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por Flávia Bitencourt

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Grupo Solar Coca-Cola lança novas embalagens retornáveis no Maranhão

Companhia espera contribuir com a redução da geração de lixo e da poluição da meio ambiente.

O Debate do Maranhão - 12/11/2019 15h20

Victor Bicca (diretor de relações governamentais da Coca Cola). Leonardo Melo (acionista Solar). André Salles (presidente Solar). Pedro Massa (diretor regional Coca Cola no Nordeste e MT). Ricardo Melo (acionista Solar).

Elas são resistentes e podem ser reutilizadas até 25 vezes. As novas embalagens retornáveis, chamadas refpets, foram apresentadas nesta segunda-feira (11), em solenidade que reuniu diretores do Grupo Solar Coca-Cola, autoridades estaduais e imprensa, na fábrica da Companhia, em São Luís.

O Governador do Maranhão, Flávio Dino, prestigiou o lançamento, visitou a linha de produção e acionou o botão que deu início ao processo de envase das novas garrafas. Além dele, os Secretários Estaduais de Indústria e Comércio (SEINC), Simplício Araújo, e de Cidades e Desenvolvimento Urbano, Rubens Pereira Júnior, e o presidente da Fiema (Federação das Indústrias do Estado do Maranhão), Edilson Baldez, também acompanharam a apresentação.

Os convidados, inicialmente, receberam as boas-vindas do Grupo Solar e assistiram a um breve vídeo sobre a iniciativa da Coca-Cola com a fabricação das novas garrafas. Em seguida, todos puderam visitar a linha de produção e conhecer um pouco mais do processo produtivo.

Ali mesmo, próximo aos pallets, no clima do chão de fábrica, a empresa montou um cenário encantador e envolvente para a realização da solenidade de lançamento das embalagens retornáveis. Ao discursar, o Presidente da Solar Coca-Cola, André Salles, destacou que a nova linha possui a mais moderna tecnologia em operação no país. O aporte de mais de R$ 90 milhões foi aplicado na compra e instalação das máquinas, na reforma e na ampliação das instalações.

O diretor Regional da Solar para o Nordeste, Pedro Massa, enfatizou que as novas embalagens são uma grande contribuição à sustentabilidade, pois finalizam a vida útil dentro da fábrica, onde recebe destinação adequada, reduzindo assim o volume de resíduos gerados.

O diretor de Relações Externas da Solar, Fábio Acerbi, lembrou que a produção em São Luís irá abastecer todo o Maranhão e também o Piauí, além de reforçar a cadeia produtiva de insumos e setores como frete e combustíveis.

Sustentabilidade e tecnologia

A embalagem PET retornável é feita de resina com algumas propriedades diferentes, o que reduz a produção de novas embalagens em 70 milhões de garrafas por ano no Brasil. Com o novo produto, essa quantidade que deixa de ser produzida reflete em ganho ambiental, não só na diminuição da geração de resíduos, mas também na emissão de carbono.

Outra novidade está no envase. A linha de PET retornável irá operar como o modelo de garrafa universal, que unifica o formato das embalagens de todos os refrigerantes. O modelo é mais leve do que o tradicional (redução de 14% na gramatura) e garante ganhos para o meio ambiente e para o consumidor, pois o produto passa a ser fabricado com custo menor.

A ampliação de retornáveis conecta o plano de negócio da Coca-Cola aos objetivos de sustentabilidade, que inclui ainda o compromisso de coletar e reciclar o equivalente a 100% das embalagens que coloca no mercado até 2030. “Os investimentos da Solar no Maranhão em alta tecnologia para a produção de refpets refletem a força da parceria público-privada e, muito especialmente, traduzem a relevância do nosso estado para uma das indústrias mais fortes do país”, disse Flavio Dino em seu discurso.

Sobre a Solar Coca-Cola

A Solar é a segunda maior fabricante do Sistema Coca-Cola no Brasil e está entre os 20 maiores fabricantes do Sistema Coca-Cola no mundo. É uma das dez maiores empresas do Nordeste e uma das maiores empresas de bens de consumo do país.

A Companhia possui cerca de 12 mil colaboradores distribuídos em 11 fábricas próprias e 34 Centros de Distribuição, atuando nos estados do Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Bahia, Mato Grosso, parte de Tocantins e de Goiás.

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