Pernilongo comum também passa a transmitir o vírus da ZIKA

Assim como os seres humanos os microrganismos também lutam pela sobrevivência de suas respectivas espécies. Os mosquitos procuram se adaptar...

Assim como os seres humanos os microrganismos também lutam pela sobrevivência de suas respectivas espécies. Os mosquitos procuram se adaptar das maneiras mais incríveis e possíveis para não desaparecer e o uso dos repelentes ainda é a melhor solução para proteção.

Pernilongo comum também passa a transmitir o vírus da ZIKA (Foto: Divulgação)

Apesar de este cenário, seco e frio em muitas regiões brasileiras, a população não pode descuidar do quintal de casa, do local de trabalho, praças, terrenos baldios e todo e qualquer lugar propício para o desenvolvimento do mosquito. Todos devemos ajudar a diminuir a proliferação do Aedes aegypti e agora ficarmos de olho no pernilongo comum.  No inverno, as ações de combate por parte do Ministério da Saúde e dos governos estaduais e municipais continuam. O uso de repelente, com maior tempo de proteção, Non repelente ainda é o mais indicado. Com princípio ativo do IR3535 com 10 horas de proteção comprovado pela ANVISA, a SR Cosmet & Co colocou à disposição do mercado brasileiro um produto não volátil e com toda garantia de proteção contra todos os mosquitos transmissores de doenças. O NON Repelente.

Durante as estações do outono e o inverno, não é comum se falar em Aedes aegypti e muito menos das alarmantes doenças da Leishmaniose, a volta da Febre Amarela e Mayaro. No entanto, as doenças que eles transmitem são uma ameaça o ano inteiro e uma trégua na prevenção pode gerar uma epidemia quando voltarem as chuvas e a temperatura subir.

O mosquito Aedes Aegypti pode transmitir quatro doenças: Zika, Chikungunya, Mayaro e Febre amarela. As quatro doenças virais, a depender da gravidade, podem matar quem é infectado. O Ministério da Saúde faz campanhas constantes no sentido de alertar as pessoas de que cada um precisa fazer o seu papel na luta contra o vetor.

Alerta para todo território nacional “O mosquito se adaptou ao ambiente urbano. Portanto durante o ano inteiro, independente da estação climática, continuamos dando condições para que ele se prolifere facilmente. A fêmea deposita os ovos e eles podem ficar até mais de um ano viáveis para depois eclodirem em contato com a água. Eles se tornam larvas e depois insetos”, comenta a diretora comercial do NON repelente, Gisely Farias.

Qual é a melhor forma de se proteger do Aedes aegypti?
Todas as medidas que a população já conhece para evitar a proliferação dos mosquitos são fundamentais e importantíssimas. Porém vale lembrar que em um país continental e tropical como o Brasil, com chuvas a qualquer momento e calor, essa tarefa de eliminação é quase que impossível. Portanto, evitar as picadas ainda é a melhor maneira e a mais eficiente para garantir proteção usando um repelente de qualidade. Além das proteções com telas nas janelas, mosquiteiros nas camas e principalmente nos berços dos bebês, o uso de repelentes de mosquitos transmissores, ainda é a melhor solução. Vale reforçar que os repelentes indicados pela Organização Mundial de Saúde são o IR3535, Icaridina e DEET.

Além de aderirmos uma vigilância continuada, observamos que os repelentes continuam sendo nossos grandes aliados. Eles devem e podem ser usados mesmo quando o mosquito não aparece tão facilmente e de preferência a população, principalmente as gestantes e crianças acima de 6 meses, usar um repelente que não apresente toxicidade e que dê maior proteção em horas na pele. Exemplo: o NON repelente, não é tóxico, não é volátil e mantém 10 horas de proteção comprovada pela ANVISA.

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