VIOLÊNCIA

Criança é estuprada pelo padastro e contaminada pelo vírus da AIDS em Buritirana-MA

Uma das crianças abusada sexualmente pelo padrasto Markenned dos Reis Barbosa, conhecido como “Markim”, está contaminada com o vírus da Aids. A polícia está realizando investigações para saber se a menina, que...

O Debate do Maranhão - 24/05/2018 13h20

Uma das crianças abusada sexualmente pelo padrasto Markenned dos Reis Barbosa, conhecido como “Markim”, está contaminada com o vírus da Aids. A polícia está realizando investigações para saber se a menina, que tem apenas 10 anos, foi contaminada pelo agressor.

Markenned também é suspeito de transmitir o vírus da doença às suas vítimas, propositalmente. O acusado foi preso nessa segunda-feira (21), em sua casa em Buritirana, após ter sua prisão preventiva decretada pela Justiça, após longa investigação da Polícia Civil de Amarante.

Os crimes vinham sendo praticados há mais de um ano, contra as crianças, que coagidas, negaram os abusos. Porém, com informações de testemunhas, as investigações avançaram e laudos médicos comprovaram os abusos. Ao ser preso, o suspeito foi levado para Amarante e deve ser transferido para Imperatriz, onde ficará à disposição da Justiça.

De acordo com as investigações, o homem aproveitava a ausência da esposa para despir as crianças e praticar o crime de estupro de vulnerável, que em na maioria das vezes eram sexo oral. Segundo a polícia, a mãe sabia dos abusos.

O caso chocou os moradores da pacata cidade de Buritirana, a 60 km de Imperatriz, e também os moradores de Amarante, onde vivem os familiares do suspeito.

A prisão

A prisão do estuprador foi feita por policiais civis da Delegacia de Amarante, com apoio de policiais da 3ª Cia Independente de Polícia Militar, e se deu após longa investigação, quando se constatou que Markenned vinha abusando sexualmente das vítimas desde os nove de idade, dentro de sua própria casa.

Muitas vezes, aproveitando-se da ausência da esposa, Markenned despia as menores para a prática de sexo oral. Os policias informaram que, inicialmente, as vítimas e sua mãe negaram as agressões, mas, com avançar das investigações, informações de testemunhas e laudos médicos, comprovou-se o crime.

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